quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Desejo I


Vernissage da exposição fotográfica desta honestíssima marmelada.
O serviço tá ali em cima ó, mas a gente repete porque a gente é super léga.
Te liga, então, magrão:
Vernissage da exposição fotográfica Desejo I
A partir das 18h do dia 25 de agosto de 2010 rola a abertura da exposição, mas ela fica por, pelo menos, 1 mês enfeitando as paredes da Pinacoteca Café (Rua da República, 409 - Cidade Baixa - Porto Alegre/RS)
 Te esperamos lá pra comer um bolinho... 

E quem perdeu de comer um bolinho de forma bastante peculiar pode conferir aqui as  fotos selecionadas do Desejo I.
por Maciel Goelzer
com Juliana Veloso

Direção: marmelo.lab, 2008 Produção: Bernardo Garcez
Argumento e Elenco: Juliana Veloso Roteiro e Arte: Alyne Rehm
Fotografia: Maciel Goelzer Design: Sandra Rybicki
Agradecimentos: Apema Locações, Benza Deus, Entreato Bar, Pinacoteca Café

E quem não perdeu, confere aqui as fotos da vernissage.
(em breve)

domingo, 8 de agosto de 2010

Pin-up-se!

Pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais, produzidas em grande escala, exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulhere vistas pin-ups são geralmente modelos e atrizes consideradas sex symbols.

O termo foi documentado pela primeira vez em inglês em 1941; contudo, seu uso pode ser rastreado pelo menos até a década de 1890. As imagens pin-ups podiam ser recortadas de revistas, jornais, cartões postais, cromo-litografias e assim por diante. Tais fotos apareciam freqüentemente em calendários, os quais eram produzidos para serem pendurados (em inglês, pin up) de alguma forma. Posteriormente, posters de pin-up girls começaram a ser produzidos em massa.

Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras e sua foto em traje de banho, olhando para trás por sobre o ombro direito, transformou-a na maior das pin-ups durante a II Guerra Mundial, estando onipresente nos armários dos soldados norte-americanos. Posteriormente, A imagem foi incluída numa lista compilada pela revista LIFE: 100 Photos that Changed the World (As 100 Fotos que Mudaram o Mundo).

Betty Grable, 1942

Já no fim dos anos 40 / início dos 50, outra pin-up se destacava: Marylin Monroe,

Marylin Monroe

Também na década de 50, Bettie Page tornou-se famosa por suas fotos pin-ups e fetichitas, sendo frequentemente chamada de "Rainha das Pinups". Seu visual, cuja marca registrada eram os cabelos pretos lustrosos e uma franja, influenciaram dezenas de artistas. Page foi também uma das primeiras "Playmates do Mês" da Playboy, aparecendo na edição de janeiro de 1955 da revista.

Bettie Page

Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos.

Marylin desenhada

A expressão cheesecake é sinônimo de foto pin-up. O mais antigo uso documentado neste sentido é de 1934, antecipando-se a pin-up, embora anedotas afirmem que a expressão estava em uso na gíria pelo menos 20 anos antes, originalmente na frase dita sobre uma bela mulher “better than cheesecake” - algo como "um verdadeiro pitéu".

Raspberry cheesecake

Outras pin-ups eram trabalhos artísticos, freqüentemente representando versões idealizadas do que alguns imaginavam ser a representação de uma mulher particularmente atraente.

Um exemplo antigo do tipo idealizado foi a Gibson Girl (garota de Gibson), desenhada por Charles Dana Gibson.

Irene Langhorne Gibson casou-se com Charles Dana Gibson em 1895 e foi uma das suas primeiras musas

O gênero também deu origem a vários artistas especializados, tais como Gil Elvgren, Alberto Vargas, George Petty e Art Frahm.

Gil Elvgren
George Petty
Alberto Varga

Em anos recentes, alguns ilustradores (a saber, Rion Vernon), têm explorado pin-ups de modo mais radical. Vernon, criador do termo pin-up toons, fundiu a clássica garota pin-up com os elementos da HQ e cartoon.

Pin-up de Rion Vernon

Se tratando de carne e osso, Dita Von Teese é uma das pin-ups da atualidade.

Dita Von Teese

E, influenciados por imagens tão sedutoras, escolhemos desenhos de Gil Elvgren para fotografar.




Pin-up-se! - Porto Alegre - dezembro/2009
Fotos: Maciel Goelzer
Arte/Modelo: Alyne Rehm
Produção: Bernardo Garcez
Making Of: Sandra Rybicki

"Elvgren foi um dos mais importantes ilustradores de pin-up século XX, sendo mestre em retratar, através de suas pin-ups, o ideal feminino de todo homem norte-americano. Desde cedo sofreu forte influência de grandes ilustradores: Charles Dana Gibson, Andrew Loomis, e Howard Chandler Christy, assim como da Brandywine School, fundada por Howard Pyle.
Gil estudou na Acadêmia Americana de Arte e esteve ativo de 1930 a 1970.
Comercialmente, tinha como clientes variou Brown & Bigelow, Coca-Cola, General Electric, Sealy. Além disso, durante os anos 40 e 50, ilustrou histórias para uma série de revistas, como The Saturday Evening Post e Good Housekeeping.
Hoje, suas pinturas são valiosíssimas."

sábado, 31 de julho de 2010

O lado bom da vida

Em 1886, enquanto a Estátua da Liberdade é erguida em Nova Iorque, John Pemberton, um farmacêutico de Atlanta, cria uma bebida que se tornaria outro grande símbolo americano. Assim como outros inventos que entraram para a história, a criação de Pemberton é motivada pela curiosidade. O farmacêutico, que adorava manipular fórmulas medicinais, ao pesquisar a cura para dores de cabeça faz uma mistura líquida de cor caramelo. Leva a mistura para uma farmácia, a Jacob's Pharmacy, onde o xarope, misturado à água carbonatada (gasosa), é oferecido aos clientes, os quais consideram a bebida muito especial.

John Stith Pemberton – Criador da fórmula da Coca-Cola.

A farmácia coloca o copo do produto à venda por US$ 0,05. Frank Robinson, contador de Pemberton, batiza a bebida de Coca-Cola, escrevendo o nome em sua própria caligrafia. Desde então, o nome Coca-Cola é escrito da mesma maneira. E a data oficial de nascimento da Coca-Cola fica sendo 8 de maio de 1886 - data em que foi lançada na Jacob's Pharmacy.


Logo da Coca-Cola criado por Frank Robinson em 1886, utilizando sua própria caligrafia.

Nos primeiros anos são vendidos aproximadamente 9 copos (237 ml) de Coca-Cola por dia. Um século depois, a empresa The Coca-Cola Company já havia produzido mais de 38 bilhões de litros apenas do xarope

Infelizmente, Pemberton era mais um inventor do que homem de negócios. Sem ter idéia de que inventara um produto que viria a ser um sucesso mundial, em 1891, ele vende a empresa para Asa Griggs Candler, por aproximadamente US$ 2.300,00. Candler torna-se o primeiro presidente da companhia e o primeiro a dar real visibilidade ao negócio e à marca e, por acreditar no produto, queria que a Coca-Cola fosse conhecida.

Naquela época, não existiam meios de comunicação nacionais, e a grande maioria dos consumidores encontrava-se isolada nas pequenas cidades do interior. Uma das formas encontradas para divulgar o produto foi contratar pessoas para distribuir cupons que davam o endereço e um brinde: experimentar de graça a Coca-Cola, fazendo com que os estabelecimentos fossem procurados. Candler também acaba disponibilizando outros brindes nos estabelecimentos, como calendários e posters que serviam como uma forma dos consumidores olharem para o nome da Coca-Cola e lembrar onde compraram.


Anúncios distribuídos como brindes.

Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, a Coca-Cola já tinha se tornado a maior consumidora de açúcar do mundo para a fabricação de seus produtos. Com a guerra, começou a ter racionamento, colocando em perigo os negócios.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola desenvolveu "fábricas" móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados, fato este aprovado pelo então general Dwight D. Eisenhower das Forças Armadas dos Estados Unidos. Durante o período de guerra, 64 instalações de engarrafamento foram criadas para abastecer as tropas que estavam fora dos Estados Unidos. Este fato ajudou a abrir caminho para a internacionalização da Coca-Cola, que, durante e após a guerra acabou sendo licenciada nos diversos países em que acompanhou o exército americano, incluindo o Brasil. Tendo em vista a sua associação com os produtos americanos, o refrigerante acabou exercendo o papel de um símbolo patriótico. A popularidade da bebida aumentou bastante no pós-guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante.

E como a dita chegou aqui

O lado bom da vida - Porto Alegre - dezembro/2009
Fotos: Maciel Goelzer
Arte/Modelo: Alyne Rehm
Produção: Bernardo Garcez
Making Of: Sandra Rybicki


Fonte de pesquisa: Wikipédia